Spot On - Escola de Idiomas em Joinville - Professores

Inglês Inglês regular a partir de 11 anos

Espanhol Espanhol a partir de 11 anos

Business Inglês para profissionais

Conversation Club Aulas práticas para todos

Professores

Maikon

Maikon

Desde pequeno gostava muito de jogar vídeo games, e os meus favoritos eram aqueles que possuíam alguma história envolvente. Esses jogos na época não possuíam tradução e conhecer a história era essencial para avançar. Meu primeiro contato com o inglês começou surgindo, principalmente, da minha curiosidade. Comecei a cursar mesmo o Inglês já com 18 anos, mas minha curiosidade até o momento já havia aberto o meu caminho para começar a aprender esse idioma. Fiz um curso intensivo por quinze meses e depois disso, meu inglês já estava pronto para ser posto em prática, o que aconteceu cerca de um ano depois. Aos 19 eu veio a oportunidade de estudar na China e passar um tempo no exterior, guardei dinheiro, me preparei e cheguei lá com 20, pronto para aprender um terceiro idioma. O interessante disso tudo é que eu só consegui essa oportunidade porque eu sabia inglês. Lá, aprendi mandarim, tive muitas experiências boas, conheci pessoas de todos os cantos do planeta e foi o inglês que nos uniu, afinal era o nosso idioma comum. Minhas primeiras aulas foram em inglês. Foi lá também que comecei minha carreira como professor, dando aulas de português e inglês para chineses, e quando voltei para o Brasil, em 2013, continuei nesse ramo. Eu sempre fui uma pessoa tímida, e no aprendizado dos dois idiomas eu precisei passar por um ponto, que eu costumo chamar de gatilho. Era um ponto em que eu não desenvolvia mais o idioma, pois sabia muito, mas tinha medo de falar, medo de errar. Foi um ponto em que eu fui obrigado a falar porque estava sozinho, e ao vencer o medo e perceber que as pessoas realmente me entendiam, eu consegui começar a falar e melhorar. Percebi que muitas vezes o problema não é a nossa falta de habilidade, mas nosso medo mesmo. Enfim, eu diria para todos os meus alunos, don't be afraid of speaking, don't be afraid of making mistakes. Às vezes perdemos muito tempo pensando em nossos erros e acabamos esquecendo de aproveitar o que esse idioma pode nos propiciar, o que, de forma mais importante, eu acredito que seja um horizonte de conhecimentos muito mais abrangente.

Daniel

Daniel

O primeiro contato que tive com o a língua inglesa se deu, assim como com quase toda criança da minha época, através dos vídeo games e das músicas que tocavam nas rádios. Sempre quis saber sobre o que aquelas músicas falavam, então passei a traduzir as letras por conta própria e compará-las às traduções que eu encontrava na internet. Naquele momento, o "porquê" foi muito mais importante do que o "como". Foi a vontade de entender as minhas músicas preferidas que fez com que eu passasse horas lendo e ouvindo o idioma. Mal sabia eu que aprender um novo idioma me abriria as portas para um mundo de novas possibilidades na música, cinema, trabalho, pesquisa e tantas outras áreas. Foi aí que resolvi me matricular em um curso de idiomas e, mais tarde, fazer um intercâmbio para a Irlanda, onde morei por um ano. Mais do que aprender um idioma pelo idioma, aprender inglês mudou minha forma de pensar e ver o mundo, e me permitiu superar as barreiras que a comunicação muitas vezes nos impõe. Learning English is just like a road trip...all the way to the destination can also be a lot of fun!- Daniel França

Juliana

Juliana

Minha historinha de <3 com a língua inglesa começou por volta dos 11 anos, quando meu passatempo preferido era tentar reescrever e entender letras de música em inglês, pausando o áudio a cada estrofe. Estudei formalmente por alguns anos e comecei a dar aulas para crianças e adolescentes aos 19. Dos 21 aos 24 anos morei em Londres, onde estudei, trabalhei e conheci gente do mundo inteiro. Sei que para muitos alunos aprender uma nova língua é obrigação e que uma estadia longa em outro país não é uma opção viável, por isso, o que mais procuro instigar neles é o gosto por aprendê-la. O que te interessa? Carro, maquiagem, matemática, rock, história da arte? Pega isso e comece a assistir a vídeos, filmes, ler sobre o assunto...na língua alvo. Pensar em coisinhas banais do dia-a-dia na nova língua, fazer a lista do supermercado e praticar sem medo de errar também são práticas que, aos poucos, vão nos libertando das amarras da vergonha e do medo. Quando o foco do aluno de língua estrangeira é o mundo de possibilidades, oportunidades e conhecimento que está por vir, e não a obrigação de aprender, tudo fica mais fácil. Além disso, a 'aceitação' do novo idioma como novo é muito importante. O inglês, por exemplo, nem sempre acha referências na nossa língua materna, então não dá para tentar achar conforto no português quando a coisa começa a apertar... Enjoy the process, drop your guard, be patient and let the magic begin!

Diego

Diego

Eu tinha 11 anos quando minha professora de inglês sugeriu à turma uma atividade muito legal: traduzir para o português a letra da música “Shut Up”, do The Black-Eyed Peas. Foi esta tradução que acendeu uma faísca em mim, e logo eu estava obcecado por traduzir as letras de músicas que eu ouvia no rádio e nas novelas, para depois ir contar para minha mãe o que elas diziam. Nem sempre eu acertava, mas depois via a letra original em algum lugar e aprendia com os erros. Lembro nitidamente de uma palavra em especial que me atormentou: did. Ela surgiu numa letra e eu, por nada nesse mundo, conseguia entender o que significava. “Como pode ser que uma palavra não esteja no dicionário?”. Eu fiquei revoltado, mas tempos depois, aprendi na escola que era apenas o passado de do, e a minha alma ficou bem mais aliviada. Os anos seguiram, continuei aprimorando meu inglês sozinho, e por vontade de ser escritor, ingressei na faculdade de Letras, o que me fez desviar um pouco do rumo da literatura e virar professor, pois ensinar é envolvente e fascinante. Alguns meses após terminar a graduação, entrei para o time de teachers da Spot On Idiomas. Para finalizar, digo que aprender um novo idioma é desafiador, exige tempo, dedicação, coragem e é muitas vezes bem difícil. Mas não desista! There is a new universe just waiting for you to open the door. Go on!

Mick

Mick

Nasci e morei meus primeiros 26 anos na Austrália. Eu sempre gostei de línguas estrangeiras, e no ensino médio fiz 4 anos de japonês, mas não continuei depois de me formar. Em 2002, tive a oportunidade de morar em Londres, e foi lá que conheci muitas pessoas do mundo inteiro que acabou despertando meu interesse novamente por línguas estrangeiras. Em 2008 vim para o Brasil e de repente foi necessário aprender português. Ao mesmo tempo, comecei a dar aulas de inglês, e logo descobri que era possível aprender português usando minhas aulas de inglês como professor, e sempre ouvindo os brasileiros ao meu redor, repetindo sempre que pudesse, e tirando as minhas dúvidas quando surgiam. Depois de muito sofrimento (foi muito difícil pra mim), hoje falo português fluentemente. O que posso falar hoje para quem quer dicas para aprender a minha língua? É simplesmente contato! Practice as much as possible and lose your fear of speaking as soon as you can to accelerate your learning! E acima de tudo, como o método Callan diz: Repeat, repeat and repeat. Não tem segredo!

Rodrigo

Rodrigo

A minha paixão pela língua começou com uma criança ansiosa, que não conseguia esperar o papai chegar em casa do trabalho para traduzir o joguinho no videogame. A paixão continuou no menino carente que queria conversar com todos os estrangeiros, saber todas suas histórias, aprender suas culturas e discutir as diferenças (e, por que não, xingar um pouquinho? Hehe), tudo isso nos jogos online. Não para de crescer a paixão por línguas dentro de um jovem curioso, que faz tantas perguntas, que o vocabulário de uma só língua não pode responder. Esse caminho todo não seria possível sem sentir prazer, cada passo dado foi uma escolha consciente, não porque alguém disse que era importante ou que deveria ser feito. I now help you have fun while learning along the way! Fun and interest are the keys!

Heloisa

Heloisa

Sempre fui muito curiosa e meu interesse por línguas começou lá na minha adolescência (o que não faz muito tempo ok?), quando comecei a gostar de músicas internacionais. Eu ficava revoltada em ouvir uma canção que eu gostava tanto e não entender uma palavra do que estavam falando. Então decidi que isso não ia ser um obstáculo pra mim e foi esse o pontapé inicial para aprender uma nova língua, através das letras, já que eram basicamente todas em inglês. Depois de concluir o Ensino médio, morei por um ano na Índia, através de um intercâmbio cultural. Além de despertar meu interesse por viajar e me proporcionar experiências incríveis, o intercâmbio também me ajudou muito a aperfeiçoar a língua. Depois disso, já na faculdade e trabalhando na Spot On, passei três meses nos Estados Unidos, dando uma incrementada no vocabulário. Errar faz parte do processo de aprender uma nova língua, mas quando você começa a perceber a sua evolução nos estudos, compreender coisas novas que antes pareciam tão difíceis, isso se torna um combustível e, o processo se torna muito gratificante. A minha dica é make the English language part of your daily life! Se você não tem a chance de viajar, faça coisas que você adora fazer, porém em inglês. Assista séries e filmes, leia livros, get out of your comfort zone! A maneira mais fácil de internalizar o conhecimento é tendo o maior contato possível com ele.

Eduarda

Eduarda

No Ensino Fundamental, eu estudei em uma escola de período integral, por isso tive aulas de inglês desde os seis anos. Um ano depois, minha tia veio morar com a minha família para estudar inglês em Joinville, e quando eu a via estudando, ficava muito curiosa e com vontade de aprender também. Comecei a ouvir músicas em inglês enquanto lia a letra original e a tradução simultaneamente, assim aprendi muitas "regras" da gramática sem conhecê-las, apenas pela repetição. Gosto de dizer que sou formada em inglês pela escola Letras de Músicas, com os professores Taylor Swift e Jason Mraz :) . Depois, com 14 anos, fiz um ano de curso pra entender melhor a gramática, mas já falava tranquilamente. Cantar as músicas (mesmo que não fosse tão bem) me ajudou muito a perder o medo da pronúncia, o que tornou o aprendizado mais natural, quase como se fosse uma língua-mãe. Sing out loud, talk to yourself, don't be afraid of looking a little crazy, it's necessary sometimes ;) . Ainda não conquistei todos os meus sonhos, mas o inglês é, com certeza, um facilitador para que eu os alcance; tenho certeza que vai ser pra você também!